sexta-feira, 13 de abril de 2012

Os Illuminati

Illuminati, (plural do latim illuminatus, "aquele que é iluminado"), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. Mais comumente, contudo, o termo "Illuminati" tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta da era do Iluminismo fundada em 1 de maio de 1776. Nos tempos modernos, também é usado para se referir a uma suposta organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos Illuminati bávaros. O nome Illuminati é algumas vezes empregue como sinónimo de Nova Ordem Mundial, Muitos teóricos da conspiração acreditam que os Illuminati são os cérebros por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma tal Nova Ordem Mundial, com os objetivos primários de unir o mundo numa única regência que se baseia em um modelo político onde todos são iguais.
Símbolo da sociedade: Coruja de Minerva.


Índice
1 Origem do termo
2 Os Illuminati da Baviera
  2.1 Origens
  2.2 Dissolução
3 Efeito Cultural
4 Illuminati Modernos
5 Os Aquisitores
6 Bibliografia


Origem do termo

Dado que "Illuminati" significa literalmente “os iluminados” em latim, é natural que diversos grupos históricos, não relacionados entre si, se tenham autodenominados de Illuminati. Frequentemente, faziam isso alegando possuir textos gnósticos ou outras informações arcanas (secretas) não disponíveis ao grande público.
A designação "Illuminati" esteve em uso também desde o século XIV pelos Irmãos do Livre Espírito, e no século XV, o título foi assumido por outros entusiastas que argumentavam que a luz da iluminação provinha, não de uma fonte autorizada, mas secreta, de dentro, como resultado de um estado alterado de consciência, ou “iluminismo”, ou seja, esclarecimento espiritual e psíquico.
Desta forma, durante os períodos moderno e contemporâneo, foi designado por "Illuminati" um número de grupos (alguns dos quais têm reivindicado o título), mais ou menos marginal e secreto, e muitas vezes em conflito com autoridades religiosas ou políticas; são eles: os Irmãos do Livre Espírito, os Rosacruzes, os Alumbrados, os Illuminés, os Martinistas, o Palladium... e, principalmente os Illuminati da Baviera. Embora as doutrinas desses grupos tenham sido variadas e por vezes contraditórias, a confusão entre eles tem sido muitas vezes mantida por seus adversários, e esta confusão levou às teorias de conspiração de uma sociedade secreta atuando através da história.

Os Illuminati da Baviera
Um movimento de curta duração de republicanos livre-pensadores, o ramo mais radical do Iluminismo – a cujos seguidores foi atribuído o nome de Illuminati (mas que a si mesmos chamavam de “perfectibilistas” ou "perfeccionistas") – foi fundado a 1 de Maio de 1776 pelo professor de lei canónica e jesuíta Adam Weishaupt, (falecido em 1830), e pelo barão Adolph von Knigge, na cidade de Ingolstadt, Baviera, atual Alemanha. O grupo foi fundado com o nome de Antigos e Iluminados Profetas da Baviera (Ancient and Illuminated Seers of Bavaria, AISB), mas tem sido chamado de Ordem Illuminati, a Ordem dos Illuminati e os Illuminati bávaros.
Na conservadora Baviera, onde o progressista e esclarecido Eleitor Maximiliano José III de Wittelsbach foi sucedido em 1777 pelo seu conservador herdeiro Carl Theodor, e que era dominada pela Igreja Católica Romana e pela aristocracia, tal tipo de organização não durou muito até ser suprimida pelo poder político. Em 1784, o governo bávaro baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons. A estrutura dos Illuminati desmoronou logo, mas enquanto existiu, muitos intelectuais influentes e políticos progressistas se contaram entre os seus membros. Eles eram recrutados principalmente dentre os maçons e ex-maçons, juravam obediência a seus superiores e estavam divididos em três classes principais: a primeira, conhecida como Berçário, compreendia os graus ascendentes ou ofícios de Preparação, Noviciado, Minerval e Illuminatus Minor; a segunda, conhecida como a Maçonaria, consistia dos graus ascendentes de Illuminatus Major e Illuminatus dirigens, esse último algumas vezes chamado deCavaleiro Escocês; a terceira, designada de Mistérios, estava subdividida nos graus de Mistérios Menores (Presbítero e Regente) e Mistérios Maiores (Magus e Rex). Relações com as lojas maçônicas foram estabelecidas em Munique e Freising, em 1780. A ordem tinha ramos na maior parte dos países europeus, mas o número total de membros parece nunca ter sido superior a 2000 durante o período de dez anos. O esquema teve a sua atração para os literatos, como Goethe e Herder, e mesmo para os duques reinantes de Gota e Weimar. Rupturas internas precederam o desmoronamento da organização, que foi efetivado por um édito do governo bávaro em 1785. A ordem foi encerrada em 1788.
Adam Weishaupt (1748-1830), fundador dos Illuminati da Baviera.

Origens
A Ordem dos Illuminati da Baviera foi fundada na noite de 30 de abril a 1 de Maio de 1776 (véspera da famosa Noite de Santa Valburga) em uma floresta perto de Ingolstadt (Baviera), no sul da Alemanha, onde um pequeno grupo de jovens criaram e prometeram cumprir os fins da sociedade. Entre aqueles que estavam naquela noite, sabe-se apenas a identidade de três: Adam Weishaupt, Max Merz e Anton von Massenhausen. O fato de que não se saber exatamente quem estava presente naquela noite foi a causa da especulação sobre o número de pessoas que criaram a ordem, alguns dizem que eram apenas quatro e outros argumentam que foram treze.
Após a fundação, Adam Weishaupt (que se proclamou a si mesmo o nome simbólico de Spartacus) atraiu seus primeiros seguidores, um estudante de Munique chamado Franz Xavier von Zwack e um barão protestante de Hannover chamado Adolph von Knigge (Frater Philon) que já havia sido iniciado na Maçonaria e, posteriormente, desenvolveu o Rito dos Illuminati da Baviera, junto com Weishaupt, a quem foi introduzido na loja de Munique: Theodor zum guten Rath.
Graças às habilidades de von Knigge, os Illuminati rapidamente se espalham pela a Alemanha, Áustria, Hungria, Suíça, França, Itália e outras partes da Europa e afiliando personalidades como Herder (Damasus), Goethe (Abaris), Cagliostro, o Conde de Mirabeau (Leonidas) e o lendário alquimista o Conde de St. Germain, entre outros. Alguns nobres como o duque de Saxe-Weimar e de Saxe-Gotha, os príncipes Ferdinando de Brunswick e Karl de Hesse, Conde de Stolberg e o Barão Karl Theodor von Dalberg, também figuraram dentro da iniciação iluminada.
Incentivado pelo seu sucesso em conseguir recrutar um grande número de pensadores, filósofos, artistas, políticos, banqueiros, analistas, etc; Adam Weishaupt tomou a decisão de juntar-se a Maçonaria por meio de Von Knigge, e ordenou a infiltração e dominação da mesma.
Em 16 de julho de 1782, numa reunião da maçonaria continental realizada no Convento de Wilhelmsbad, os Illuminati tentaram unificar e controlar sob a sua autoridade todos os ramos da Maçonaria. Embora tenham conseguido se infiltrar nas lojas em toda a Europa, a Grande Loja de Inglaterra, a Grande Oriente de França e os iluminados teósofos de Swedenborg decidiram não apoiar os planos de Weishaupt, nesse momento tomou-se conhecimento das intenções do grupo e do conflito entre seus princípios e os da maçonaria, por isso, nesse momento a Instituição Maçônica decidiu manter oposição direta contra os Illuminati.
Devido ao fracasso do movimento, Von Knigge renunciou pensando que seria inútil continuar com os planos e foi para Bremen, onde passou seus últimos anos. Entretanto, Weishaupt recebia a ofensiva dos Maçons da Inglaterra e dos Martinistas, a quem denunciou em seus escritos, argumentando que a Grande Loja de Londres em si foi criada em 1717 por pastores protestantes, que não foram iniciados na Maçonaria, isto é, que foi fundada por profanos sem documentos válidos ou provas.
Adolph von Knigge (1752-1796).

Dissolução
Em 22 de junho de 1784, o Eleitor da Baviera, duque Karl Theodor advertiu sobre o perigo representado pelos Illuminati para a Igreja Católica e as monarquias por causa de seus objetivos ideológicos, e aprovou um decreto contra a sociedade bavara e em geral qualquer sociedade não autorizada por lei (que abrange as duas instituições, como se tivessem natureza comum, apesar do grande conflito que já existia naquela época entre os Illuminati e os maçons). Weishaupt foi demitido de sua cátedra indo para o exílio em Regensburg, para liderar a Ordem no exterior sob a proteção do duque de Saxe. Em 1785, o edital foi confirmado e assim começou a perseguição e detenções aos membros da sociedade.
Em seguida, o jornalista Johann Joachim Christoph Bode, se torna o líder de fato da Ordem. Em 1787, vai para a França, à Strasbourg e depois a Paris, onde se encontrou com membros da Loja de Filaleto. De acordo com o seu "Travel Journal", alguns deles, então, constituem em segredo o núcleo dos "Philadelphes", uma sociedade semelhante aos Illuminati alemães.
Caçados, tratados como criminosos, os Illuminati da Baviera desapareceram completamente do sul da Alemanha, em 1786, apenas algumas lojas resistiram na Saxônia até 1789.
Os planos mais secretos dos Illuminati foram revelados por acaso na noite de 10 de julho de 1784, quando um mensageiro de Weishaupt, identificado como o abade Lanz, morreu inesperadamente devido a um raio. Seu corpo foi levado para a Capela de San Emmeran por habitantes do local e entre os seus hábitos foram encontrados documentos importantes que se tratavam de planos secretos para a conquista mundial. A polícia da Baviera investigou os detalhes da conspiração, dando a entender a Francisco I, Sacro Imperador Romano-Germânico, o complô contra todas as monarquias, sobretudo na França, onde mais tarde, em 1789, gestaría a chamada Revolução Francesa e a queda de Luís XVI e Maria Antonieta, seus últimos monarcas.
Os documentos foram divulgados pelo governo da Baviera, alertando a nobreza e o clero da Europa. No entanto, logo se convenceram de que a conspiração tinha sido destruída devido à dissolução formal dos Illuminati, juntamente com o banimento de Weishaupt e a detenção de muitos de seus adeptos.
Carlos Teodoro da Baviera, Príncipe-Eleitor, conde paladino e duque da Baviera, aprovou o edito que levou os Illuminati a sua dissolução.
Johann Joachin Christoph Bode.

Efeito Cultural
Apesar de sua curta duração, os Illuminati da Baviera lançaram uma longa sombra na história popular, graças aos escritos de seus opositores. As sinistras alegações de teorias conspiratórias que têm colorido a imagem dos maçons-livres têm praticamente ofuscado a dos Illuminati. Em 1797, o Abade Augustin Barruel publicou o livro “Memórias ilustrativas da história do Jacobinismo”, delineando uma vívida teoria conspiratória envolvendo os Cavaleiros Templários, os Rosacruzes, os Jacobinos e os Illuminati. Simultânea e independentemente, um maçom escocês e professor de História Natural, chamado John Robison, começou a publicar “Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa”, em 1798. Quando viu o livro sobre semelhante tema escrito por Barruél, incluiu extensas citações dele em seu próprio livro. Robinson alegava apresentar evidências de que uma conspiração dos Illuminati estava dedicada a substituir todas as religiões e nações com o humanismo e um governo mundial único, respectivamente.
Mais recentemente, Antony Cyril Sutton sugeriu que a sociedade secreta Skull and Bones foi fundada como o ramo norte-americano dos Illuminati. Outros pensam que a Scroll and Key também tem origem nos Illuminati. Robert Gillete defende que esses Illuminati pretendem, em última instância, estabelecer um governo mundial por meio de assassinatos, corrupção, chantagem, controle dos bancos e outras entidades financeiras, infiltração nos governos, e causando guerras e revoluções, com a finalidade de colocar seus próprios membros em posições cada vez mais altas da hierarquia política. Thomas Jefferson, por outro lado, defendeu que eles pretendiam espalhar informação e os princípios da verdadeira moralidade. Ele atribuiu o caráter secreto dos Illuminati ao que chamou de “a tirania de um déspota e dos sacerdotes”. Ambos parecem concordar que os inimigos dos Illuminati foram os monarcas da Europa e a Igreja. Barruel afirmou que a Revolução Francesa (1789) foi planejada e controlada pelos Illuminati através dos jacobinos, e mais tarde os adeptos de teorias conspiratórias também alegaram a responsabilidade deles na Revolução Russa (1917), embora a Ordem tenha sido oficialmente extinta em 1798.
Símbolo da Skull and Bones (Caveira e Ossos). Teorias conspiratórias afirmam que a Skull and Bones seja o ramo americano dos Illuminati.

Illuminati Modernos
Desde o final do século XVIII até meados do século XX, muitos teóricos de conspiração reacionários especulam que os Illuminati sobreviveram a sua supressão, por causa de sua suposta infiltração na Maçonaria, e se tornaram o cérebro por trás de grandes eventos históricos como a Revolução Americana, a Revolução Francesa, a Revolução Russa, as Guerras Mundiais e até os ataques de 11 de setembro de 2001; levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias da Europa e a religião Cristã visando a formação de uma Nova Ordem Mundial secular baseada na razão científica.
Escritores como Mark Dice, David Icke, Ryan Burke, Jüri Lina e Morgan Gricar têm argumentado que os Illuminati da Baviera sobreviveram, possivelmente até hoje. Muitas destas teorias propõe que os eventos mundiais estão a ser controlados e manipulados por uma sociedade secreta que se autodenomina Illuminati. Os teóricos da conspiração afirmam que muitas pessoas notáveis foram ou são membros dos Illuminati, incluindo Winston Churchill, a família Bush, Barack Obama, a família Rothschild, a família Rockefeller (incluindo David Rockefeller) e Zbigniew Brzezinski, entre outros. O termo "Illuminati" também é geralmente associado com os membros de instituições e sociedades secretas de inspiração ocultista e / ou globalista, independentemente do fato de eles serem realmente relacionados com a Ordem Illuminati: os Skull & Bones, Grupo Mesa Redonda, a Sociedade Fabiana, o Royal Institute of International Affairs, o Council on Foreign Relations, o Bohemian Club, o Clube de Bilderberg, a Comissão Trilateral, o Clube de Roma, a Fundação Carnegie, a Fundação Rockefeller, etc.
Também sugerem que os fundadores dos Estados Unidos da América – sendo alguns deles franco-maçons – estavam “influenciados” pela corrupção dos Illuminati. Frequentemente o símbolo da pirâmide que tudo vê no Grande Selo dos Estados Unidos é citado como exemplo do olho sempre presente dos Illuminati sobre os americanos. E também citam que usam nas notas a escrita Novus Ordo Seclorum que significa ''New Deal" ou Nova Ordem Secular, "novo ideal" desmentindo a escrita do lado, que diz Em Deus Confiamos. Jordan Maxwell, pesquisador dos Iluminatti, afirma que 'Novus Ordo Seclorum" pode ser traduzido para "Nova Ordem Mundial".
Bem pouca evidência confiável pode ser encontrada para apoiar a hipótese de que o grupo de Weishaupt tenha sobrevivido até o século XIX. Contudo, diversos grupos têm usado a fama dos Illuminati desde então para criar seus próprios ritos, alegando serem os Illuminati, incluindo a Ordo Illuminatorum, Die Alten Erleuchteten Seher Bayerns, The Illuminati Order, e outros."
Pirâmide com o olho que tudo vê e o lema Novus ordo seclorum no grande selo dos Estados Unidos, é considerado um síbilo dos Illuminati.

Os Aquisitores
Os Aquisitores é o nome genérico dado a supostos grupos dissidentes que surgiram com a atuação dos Illuminati no Brasil. Sua origem está quase sempre relacionada à renuncia de Jânio Quadros, o presidente que renunciou por não aguentar o peso das "forças terríveis" ("forças ocultas") e a instauração do Regime Militar em 1964. O nome Aquisitores é uma referência a prosperidade financeira e a atuação de seus membros na economia do país, especialmente na região de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista onde sua influência resultou na próspera fase pela qual passou a região na década de 1970, no movimento metalúrgico e na posterior eleição do Presidente Lula.
Durante a ditadura militar, até pouco depois de 1985, os membros brasileiros dos Illuminati supostamente se organizaram em dois grupos inimigos e teoricamente independentes dos Illuminati da Baviera. Estes capítulos isolados passaram ambos a reivindicar o antigo nome do grupo como sendo os únicos e verdadeiros Aquisitores. Os teóricos da conspiração se esforçam para ligar todos os escândalos políticos que ocorreram no pais desde a ditadura militar a estes dois grupos e seus jogos de poder.
É importantíssimo lembrar que os Aquisitores não são reconhecidos como grupo por nenhum historiador sério, e não existe sequer um trabalho acadêmico que confirme sua existência. Um exemplo típico deste tipo de elocubração está na investigação feita nos anos 90 sobre a morte do presidente Juscelino Kubitschek ou a investigação iniciada em 2007 no Rio Grande do Sul sobre a morte de João Goulart, que oficialmente morreu de doença cardíaca, mas teria sido assassinado pela Operação Condor arquitetada pelos Aquisitores. Até o momento nenhuma dessas investigações apresentou qualquer prova palpável, mas a coincidência alimenta a curiosidade dos teóricos da conspiração: Jango, JK e Lacerda, os três grandes nomes da oposição ao regime militar morreram todos em espaço de meses entre o fim de 1976 e início de 1977.

Bibliografia
  • 1911 Encyclopædia Britannica: "Illuminati"
  • America's Secret Establishment: An Introduction to the Order of Skull & Bones — Antony C. Sutton (Trine Day, LLC, 2003)
  • Die Korrespondenz des Illuminatenordens. vol. 1, 1776-81, ed. Reinhard Markner, Monika Neugebauer-Wölk e Hermann Schüttler. - Tübingen, Max Niemeyer, 2005. - ISBN 3-484-10881-9
  • Proof of a Conspiracy Against all the Religions and Governments of Europe — Robinson, John A.M. (New York, 1798)
  • Grand Acquisitors - John L. Hess - ISBN 0-395-18013-9
  • alt.illuminati FAQ (http://anti-masonry.info/alt.illuminati_FAQ.html)
  • Os Iluminados da Baviera - (Texto de Carlos Raposo em http://www.artemagicka.com/artigos/lluminati.htm)
  • A Ditadura Derrotada - Elio Gaspari, Companhia das Letras, 576p.
  • René Chandelle, Au-delà des Anges et Démons, le secret des Illuminati et la grande conspiration mondiale, Éditions Exclusif, 2006. ISBN 2848910542
  • Marie-France Etchegoin, Frédéric Lenoir, Code Da Vinci : l’enquête, éd. Robert Laffont, coll. Points P1484, Paris, 2006.
  • René Le Forestier, Les illuminés de Bavière et la Franc-maçonnerie allemande, 1915, réédité en 2001 par Archè, Milan (Les illuminés de Bavière et la Franc-maçonnerie allemande)
  • Monika Neugebauer-Wölk, Hermann Schüttler, Die Korrespondenz des Illuminatenordens vol. 1, 1776-81, Éd. Reinhard Markner, Tübingen, Max Niemeyer, 2005. ISBN 3-484-10881-9
  • Jean Racine, Abrégé de l’histoire de Port Royal, 1767, rééd. 1994, Éd. de la Table Ronde, Petite Collection Vermillon, Paris. ISBN 2-7103-0604-2. Fait allusion aux événements de l’abbaye de Maubuisson.
  • John Robison, Proofs Of A Conspiracy. ISBN 0944379699
  • Pierre-André Taguieff, La foire aux Illuminés : Ésotérisme, théorie du complot, extrémisme, Éditions Mille et une Nuits, 2005. ISBN 2842059255
  • Werner Gerson, Le Nazisme société secrète, éd. J'ai lu / L'Aventure mystérieuse N°A267. L’auteur cite les illuminés de Bavière.
  • Jean-Pierre-Louis de Luchet, Marquis de la Roche du Maine, Essai sur la Secte des Illuminés, Londres, 1789.
  • BARON, André: Les Sociétés Secrètes, leur crime depuis les initiés d'Isis jusqu'aux Francs-Maçons modernes.
  • CAMACHO, Santiago: La conspiración de los illuminati, La Esfera de los Libros, 2006, ISBN 84-9734-440-5.
  • KOCH, Paul: Illuminati. Barcelona (España): Planeta, 2004, ISBN 84-08-05568-2.
  • LUCHET, Marquis de: Essay on the Sect of the Illuminati, January 1789.
  • MARTÍNEZ OTERO, Luis Miguel: Los illuminati: la trama y el complot. Obelisco, 2005.


Fonte: Wikipédia

Agora eu vou postar 6 vídeos falando sobre os Illuminati, são muito bons.
O vídeo "Os Illuminate (Parte 5) - Nova Ordem Mundial" foi bloqueado no meu país o Brasil, mais quem mora, por exemplo, em Portugal, ACHO que irá conseguir ver.

Tirado daqui








quinta-feira, 12 de abril de 2012

Filme

O filme que eu irei recomendar à vocês é o filme francês Marie Antoinette (2006). é um filme de Francis Leclerc, que conta a vida da Rainha de França Maria Antonietta (Karine Vanasse), e das pesoas ao seu redor. é um ótimo filme!
Abaixo eu irei postar o filme completo para você. Mas tem um porém, ele é em francês, mas é dublado em português. Eu mesma olhei o filme e achei muito bom, mesmo sendo em francês. Vejam abaixo:

Espero que gostem!!!

domingo, 8 de abril de 2012

Feliz Páscoa


A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.

Hoje é Páscoa, e eu desejo a todo mundo um ótimo dia,  que aproveitem bem ao lado de quem vocês mais amam.
O Blog da Stefany tem um presente para seus leitores...
Feliz Páscoa!!!



sábado, 7 de abril de 2012

Sábado de Aleluia

Durante o Sábado de Aleluia, também conhecido como Sábado Santo, a Igreja permanece em pensamento junto ao sepulcro do Senhor, meditando a Sua paixão, a Sua morte e a Sua descida à mansão dos mortos e, esperando na oração e no jejum, a Sua Ressurreição. No dia do silêncio, a comunidade cristã vela como se estivessem junto ao sepulcro. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar nas Igrejas está despojado. O sacrário aberto e vazio. Neste dia, à noite, há uma Vigília Pascal em que os fiéis estão reunidos em oração durante toda a noite até ao amanhecer de Domingo. À meia-noite, é celebrada uma Missa, a conhecida como "a Missa da Alleluia" e é a Missa Pascal do Domingo da Ressurreição. Os sacerdotes e os ministros revestem-se de branco para a Santa Missa. A Vigília de Páscoa, também chamada de Vigília Pascal, é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a primeira celebração oficial da Ressurreição de Jesus.
Fonte: Família Real Portuguesa

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sexta-Feira da Paixão (Sexta-Feira Santa)

A paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até à sua morte na cruz. Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, Ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte. Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição. Pilatos ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.
Fonte: Família Real Portuguesa

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Hoje é Quinta-Feira Santa


Quinta-Feira Santa é a Quinta-Feira da Semana Santa, um dia antes da Sexta-Feira da Paixão (a Quinta-Feira antes da Páscoa). Quinta-Feira Santa é o nome dado ao dia em que Jesus celebrou a Páscoa judaica com Seus discípulos, também é conhecido como a Última Ceia.
Em primeiro lugar, Jesus celebrou a Última Ceia com Seus discípulos e assim instituiu a Ceia do Senhor, também chamada de Comunhão (Lucas 22:19-20). Algumas igrejas Cristãs celebram um culto de comunhão especial na Quinta-Feira Santa em memória da Última Ceia de Jesus com seus discípulos. Em segundo lugar, Jesus lavou os pés dos discípulos como um acto de humildade e serviço, criando assim um exemplo de que devemos amar e servir um ao outro em humildade (João 13:3-17). Algumas Igrejas Cristãs realizam uma cerimónia de lavagem de pés na Quinta-Feira Santa para comemorar Jesus lavando os pés dos Seus discípulos.
                                                          Jesus Cristo na Santa Ceia.

Ano de 2012: Reino Unido - 4° parte

Agora nós iremos ver os consortes dos monarcas do Reino Unido.
Esta é uma lista de consortes britânicos. Uma vez que o Reino Unido e seus predecessores, não aplicam a lei sálica, a lista não tem exclusivamente rainhas, incluindo também príncipes consortes britânicos.
Índice
1 Consortes de Inglaterra.
2 Consortes da Escócia
3 Consortes da Inglaterra e Escócia
4 Consortes da Grã-Bretanha e do Reino Unido
Consortes da Inglaterra
Sobre a consorte de Egbert I: não foi encontrado nada sobre ela, nem sequer se tem certeza de que ele realmente seu casou, mas dizem que ele se casou com Redburga, regis Francorum sororia, que significa irmã/cunhada/sobrinha do imperador franco.
Sobre as consortes de Ethelwulf I: ele se casou e teve 6 filhos, mas não encontrei nada sobre ela, sobre sua segunda esposa também não encontrei nada.
Sobre a consorte de Ethelbald I: ele se casou com sua madrasta, mas não encontrei nada sobre ela.
Sobre a consorte de Ethelbert I: eu não vi nada que tenha comprovado que ele realmente se casou, não achei nada sobre esse assunto.
Sobre a consorte de Ethelred I: ele se casou com Wulfrida, não entrei nada sobre ela.
Sobre a consorte de Alfredo I: ele se casou com Ethelswitha Mucel, mas não encontrei nada sobre ela.
Sobre as consortes de Eduardo: primeiro ele se casou com Egwina (não encontrei nada sobre ela), depois ele se casou com Elfleda (também não encontrei nada sobre ela) e por fim se causou com Edgiva de Kent (também não encontrei nada sobre ela).
Sobre a consorte de Ethelweard I: não encontrei nada sobre ela, inclusive não encontrei nada se ele era realmente casado.
Sobre a consorte de Athelstane I: ele nunca se casou e nunca teve filhos.
Sobre a consorte de Edmundo I: não achei nada que diz que ele foi casado.
Sobre a consorte de Edred I: ele nunca se casou.
Sobre a consorte de Edwin I: não achei nada que diz se ele foi casado.
Sobre a consorte de Edgar I: ele se casou duas vezes mas não sei o nome de suas esposas.
Sobre a consorte de Eduardo: não vi nada que diz se ele foi casado.
Sobre a consorte de Ethelred II: ele se casou com Ælfgifu e com Emma da Normandia.
#1
De: 1002 e 1017.
Até: 1016 e 1035.
Nome: Emma da Normandia.
Casa originária: Normandia.
Esposa de: Ethelred II e Canuto I.
#2
De: ****.
Até: ****
Nome: Sigrid da Polônia.
Casa originária: ****
Esposa de: Svend I.
Sobre a consorte de Edmundo II: ele se casou com Ealdgyth, não encontrei nada sobre ela.
Sobre a consorte de Canuto I: ele casou com Emma da Normandia (acima).
Sobre a consorte de Haroldo I: ele nunca se casou, mas teve um filho que se tornou um monge.
Sobre a consorte de Canuto II: não li nada que diz se ele se casou, mas nunca teve filhos.
#3
De: 1045.
Até: 1066.
Nome: Edite de Wessex.
Casa originária: ****
Esposa de: Eduardo, o Confessor.
Sobre a consorte de Haroldo II: casou em março de 1064 com Edith Swanneshaa.
Sobre a consorte de Edgar II: ele se casou com Agatha Arpad.
#4
De: 1066.
Até: 1083.
Nome: Matilde de Flanders.
Casa originária: Flanders.
Esposa de: Guilherme I.
Sobre a consorte de Guilherme II: não achei nada sobre ela, nem sei seu nome.
#5
De: 1100.
Até: 1118.
Nome: Edite da Escócia.
Casa originária: Escócia.
Esposa de: Henrique I.
#6
De: 1121.
Até: 1135.
Nome: Adeliza de Louvain.
Casa originária: ****
Esposa de: Henrique I.
#7
De: 1114.
Até: 1125.
Nome: Henrique V.
Casa originária: Sacro Império Romano-Germânico.
Esposo de: Matilde I.
#8
De: 1128.
Até: 1151.
Nome: Godofredo Plantageneta 
Casa originária: Condado de Anjou.
Esposo de: Matilde I.
#9
De: 1135.
Até: 1152.
Nome: Matilde de Bolonha.
Casa originária: Bolonha.
Esposa de: Estevão I.
#10
De: 1154.
Até: 1189.
Nome: Leonor da Aquitânia.
Casa originária: Aquitânia.
Esposa de: Henrique II.
#11
De: 1191.
Até: 1199.
Nome: Berengária de Navarra.
Casa originária: Navarra.
Esposa de: Ricardo I.
#12
De: 1200.
Até: 1216.
Nome: Isabel de Angoulême.
Casa originária: ****
Esposa de: João I.
#13
De: 1236.
Até: 1272.
Nome: Leonor da Provença.
Casa originária: ****
Esposa de: Henrique III.
#14
De: 1272.
Até: 1290.
Nome: Leonor de Castela.
Casa originária: Castela.
Esposa de: Eduardo I.
#15
De: 1299.
Até: 1307.
Nome: Margarida de França.
Casa originária: Capetos.
Esposa de: Eduardo I.
#16
De: 1308.
Até: 1327.
Nome: Isabel de França.
Casa originária: Capetos.
Esposa de: Eduardo II.
#17
De: 1328.
Até: 1369.
Nome: Filipa de Hainault.
Casa originária: Hainault.
Esposa de: Eduardo III.
#18
De: 1383.
Até: 1394.
Nome: Ana da Boémia.
Casa originária: ****
Esposa de: Ricardo II.
#19
De: 1396.
Até: 1399.
Nome: Isabel de Valois.
Casa originária: Valois.
Esposa de: Ricardo II.
#20
De: 1403.
Até: 1413.
Nome: Joana de Navarra.
Casa originária: Navarra.
Esposa de: Henrique IV.
#21
De: 1420.
Até: 1422.
Nome: Catarina de Valois.
Casa originária: Valois.
Esposa de: Henrique V.
#22
De: 1445.
Até: 1471.
Nome: Margarida de Anjou.
Casa originária: Anjou.
Esposa de: Henrique VI.
#23
De: 1464.
Até: 1483.
Nome: Isabel Woodville.
Casa originária: ****
Esposa de: Eduardo IV.
#24
De: 1483.
Até: 1485.
Nome: Anne Neville.
Casa originária: ****
Esposa de: Ricardo III.
#25
De: 1486.
Até: 1503.
Nome: Isabel de York.
Casa originária: York.
Esposa de: Henrique VII.
#26
De: 1509.
Até: 1533 (anulado).
Nome: Catarina de Aragão.
Casa originária: Transtâmara.
Esposa de: Henrique VIII.
#26
De: 1533.
Até: 1536 (anulado).
Nome: Ana Bolena (decapitada).
Casa originária: ****
Esposa de: Henrique VIII.
#27
De: 1536.
Até: 1537.
Nome: Joana Seymour.
Casa originária: ****
Esposa de: Henrique VIII.
#28
De: 1540.
Até: 1540 (anulado).
Nome: Ana de Cleves.
Casa originária: Cleves.
Esposa de: Henrique VIII.
#29
De: 1540.
Até: 1541.
Nome: Catarina Howard (decapitada).
Casa originária: ****
Esposa de: Henrique VIII.
#30
De: 1543.
Até: 1547.
Nome: Catarina Parr.
Casa originária: ****
Esposa de: Henrique VIII.
#31
De: 1553 (disputado).
Até: 1533.
Nome: Lord Guilford Dudley.
Casa originária: ****
Esposo de: Joana Grey.
#32
De: 1554.
Até: 1558.
Nome: Filipe II de Espanha.
Casa originária: Habsburgo.
Esposo de: Maria I.
Consortes da Escócia
Sobre a consorte de Kenneth: não li nada sobre ele ter se casado.
Sobre a consorte de Donaldo I: não li nada sobre ele ter se casado, mas provavelmente sim, pois tinha filhos.
Sobre a consorte de Constantino I: Não li nada sobre ele ter se casado.
Sobre a consorte de Aedh: não achei nada sobre ele.
Sobre a consorte de Eochaid: não achei nada sobre ele.
Sobre a consorte de Giric: não achei nada sobre ele.
Sobre a consorte de Donaldo II: não achei nada sobre ele.
Sobre a consorte de Constantino II: não li nada sobre ele ter se casado, provavelmente ele se casou, pois tinha filhos.
Sobre a consorte de Malcolm I: Não li nada sobre ele ter se casado, provavelmente ele se casou, pois tinha filhos.
Sobre a consorte de Indulf: não achei nada sobre ele.
Sobre a consorte de Dibh: não achei nada sobre ele.
Sobre a consorte de Culen: não li nada sobre ele ter se casado, provavelmente sim, pois tinha uma filha.
Sobre a consorte de Kenneth II: Casou com a Princesa de Leinster, não achei nada sobre ela.
Sobre a consorte de Constantino III: não li nada sobre ele ter se casado.
Sobre a consorte de Kenneth III: não li nada sobre ele ter se casado, provavelmente ele se casou, pois tinha um filho.
Sobre a consorte de Malcolm II: casou com a irlandesa Ossory, não achei nada sobre ela.
Sobre a consorte de Duncan I: casou em 1030 com Aelflaed ou Sibíila da Nortumbria.
#33
De: 1040.
Até: 1057.
Nome: Gruoch.
Casa originária: ****
Esposa de: Macbeth.
Sobre a consorte de Lulach: casou com Finnghuala, não achei nada sobre ela.
Sobre as consortes de: Malcolm III: casou-se primeiro com Ingibiorg e por segundo com Margarida (abaico):
#34
De: ****
Até: 1093.
Nome: Margarida Ætheling.
Casa originária: ****
Esposa de: Malcolm III.
Sobre a consorte de Donaldo III: não li nada sobre ele ter se casado.
Sobre a consorte de Duncan II: casou em 1090 com Ethelreda.
Sobre a consorte de Edgar: Não se casou.
Sobre a consorte de Alexandre I: casou em cerca de 1107 com Sibila, não achei nada sobre ela.
Sobre a consorte de David I: casou com Matilde de Northumberland.
Sobre a consorte de Malcolm IV: não li nada sobre ele ter se casado.
Sobre as consortes de Guilherme I: casou-se me 5 de setembro de 1186 com Ermengarda de Beaumont e casou-se de novo com isabel Avenal.
Sobre a consorte de Alexandre II: casou-se com Joana da Inglaterra, não achei nada sobre ela.
Sobre a consorte de Alexandre III: casou-se em 26 de dezembro de 1251 com  Margarida Plantageneta, não achei nada sobre ela.
Sobre o consorte de Margarida: não li nada sobre ela ter se casado.
Sobre a consorte de João I: casou-se com Isabella de Warenne, não achei nada sobre ela.
Sobre as consortes de Roberto I: casou-se em 1296 com Isabel de Mar casou-se pela segunda vez com Elizabeth de Burgh (abaixo):
#35
De: 1306.
Até: 1327.
Nome: Elizabeth de Burgh.
Casa originária: ****
Esposa de: Roberto I.
#36
De: 1329.
Até: 1362.
Nome: Joana de Inglaterra.
Casa originária: Plantageneta.
Esposa de: David II.
#37
De: 1371.
Até: 1386.
Nome: Eufémia de Ross.
Casa originária: ****
Esposa de: Roberto II.
#38
De: 1390.
Até: 1401.
Nome: Anabella Drummond.
Casa originária: ****
Esposa de: Roberto III.
#39
De: 1424.
Até: 1437.
Nome: Joana Beaufort.
Casa originária: ****
Esposa de: Jaime I.
#40
De: 1449.
Até: 1460.
Nome: Maria de Guelders.
Casa originária: ****
Esposa de: Jaime II.
#41
De: 1469.
Até: 1486.
Nome: Margarida da Dinamarca.
Casa originária: Dinamarca.
Esposa de: Jaime III.
#42
De: 1503.
Até: 1513.
Nome: Margarida Tudor.
Casa originária: Tudor.
Esposa de: Jaime IV.
#43
De: 1537 (janeiro).
Até: 1537 (julho).
Nome: Madalena de Valois.
Casa originária: Valois.
Esposa de: Jaime V.
#44
De: 1538.
Até: 1542.
Nome: Maria de Guise.
Casa originária: Guise.
Esposa de: Jaime V.
#45
De: 1558.
Até: 1560.
Nome: Francisco II de França.
Casa originária: Valois.
Esposo de: Maria Stuart.
#46
De: 1565.
Até: 1567.
Nome: Henrique Stuart, Lorde Darnley.
Casa originária: ****
Esposo de: Maria Stuart.
#47
De: 1567 (maio).
Até: 1567 (abdicação e Maria).
Nome: James Humpburn, Conde de Bothwell.
Casa originária: ****.
Esposo de: Maria Stuart.
#48
De: 1603.
Até: 1619.
Nome: Ana da Dinamarca.
Casa originária: Dinamarca.
Esposa de: Jaime VI.
Consortes da Escócia e da Inglaterra
Ana da Dinamarca também foi consorte da Escócia e da Inglaterra ao mesmo tempo, pois ela era casada com Jaime IV da Escócia (Jaime I de Inglaterra).
#49
De: 1625.
Até: 1649 (rei deposto).
Nome: Henriqueta Maria de França.
Casa originária: Bourbon.
Esposa de: Carlos I.
#50
De: 1662.
Até: 1685.
Nome: Catarina de Bragança.
Casa originária: Bragança.
Esposa de: Carlos II.
#51
De: 1685.
Até: 1689 (rei deposto).
Nome: Maria de Modena.
Casa originária: ****
Esposa de: Jaime II.
#52
De: 1702.
Até: 1708.
Nome: Príncipe Jorge da Dinamarca.
Casa originária: Dinamarca.
Esposa de: Ana I.
Consortes da Grã-Bretanha e do Reino Unido
#53
De: 1714.
Até: 1727.
Nome: Sofia Dorotéia de Brünswick-Luneburgo.
Casa originária: Brünswick-Luneburgo.
Esposa de: Jorge I.
#54
De: 1727.
Até: 1737.
Nome: Carolina de Ansbach.
Casa originária: ****
Esposa de: Jorge II.
#55
De: 1761.
Até: 1818.
Nome: Carlota de Mecklemburg-Strelitz.
Casa originária: Mecklemburg-Strelizt.
Esposa de: Jorge III.
#56
De: 1820.
Até: 1821.
Nome: Carolina de Brunswick.
Casa originária: Brunswick.
Esposa de: Jorge IV.
#57
De: 1830.
Até: 1837.
Nome: Adelaide de Saxe-Meiningen.
Casa originária: Saxe-Meiningen.
Esposa de: Guilherme IV.
#58
De: 1840.
Até: 1861.
Nome: Alberto de Saxe-Coburgo-Gota.
Casa originária; Saxe-Coburgo-Gota.
Esposo de: Rainha Victoria.
#59
De: 1901.
Até: 1910.
Nome: Alexandra da Dinamarca.
Casa originária: Dinamarca.
Esposa de: Eduardo VII.
#60
De: 1910
Até: 1936.
Nome: Maria de Teck.
Casa originária: Wüttemberg.
Esposa de: Jorge V.
#61
De: 1936.
Até: 1952.
Nome: Elizabeth Bowes-Lyon.
Casa originária: ****
Esposa de: Jorge VI.
#62
De: 1952.
Até: presente.
Nome: Filipe, Duque de Edimburgo.
Casa originária: Grécia.
Esposo de: Elizabeth II.


Fonte: Wikipédia